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Testemunho: Carla Faria

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Chamo-me Carla Faria, tenho 48 anos e pratico CrossFit desde Janeiro de 2016. Sempre pratiquei desporto, sempre gostei, quer fosse aulas de grupo, cycling, power camp, Pilates… Mas necessitava de algo diferente. Um dia a minha irmã mais nova convidou-me a experimentar uma aula de CrossFit e foi paixão à primeira vista. Para vos fazer entender a minha visão acerca da minha box e deste novo estilo de vida que adotei vou-me servir de palavras de um texto que li e que exprime (que eu por palavras minhas não conseguiria, não tenho muito jeito para escrever) todo o meu sentimento em relação à 5.7 CrossFit.

Quando entras na box percebes que é muito mais que um simples ginásio. Ali, através da disciplina nos treinos, do esforço conjunto e do companheirismo nas dificuldades, não treinas apenas o corpo, a cada mão aberta, a cada músculo desafiado, a cada gota de suor, não construímos o nosso corpo e sim melhoramos a nossa pessoa. Não treinamos apenas músculos, mas virtudes que nos farão valiosos em nossa própria condição humana que nos une a cada treino. Caímos, seguramos, batemos, gritamos e até sangramos. Mas não desistimos nunca, pois sabemos que a dor e passageira, porém o fracasso é para sempre.

Marcos Costa Pinto, Paulo Almeida e Vera Silva são os melhores neste aspeto. O ego fica na porta, mas a disciplina e a perseverança voltam contigo. Ninguém se importa que carro conduzes, o que trazes vestido, o quão rápido e forte tu és. O que importa mesmo é se deste tudo de ti durante o treino . Se tu venceste o medo e a dor, se usaste a exaustão como combustível para seguir em frente e terminar o que te dispuseste a fazer. Treinamos os pontos fracos até à exaustão, até atingirmos a perfeição. Na box presta atenção ao teu redor . As barras marcadas com magnésio e o chão coberto de suor, há um grupo de pessoas que por algum tempo, embora na condição humana comum a todos, ali se tornaram imortais, tudo o que importa naqueles minutos é até onde tu estás disposto a ir para vencer. Até estou convencida que os coachs nos olham diretamente nos olhos para ver quão forte e o teu desejo de superação. Estou certa?

O ambiente na Box é único. O CrossFit mudou-me. Sinto-me forte , saudável, feliz, fez toda a diferença no que sou hoje. É uma modalidade completa e como qualquer uma deve ser feita considerando a condição física e mais, com profissionais com formação e decididamente qualificados para instruir o treino, como é o caso. 

 

 

Testemunho: António Fernandes

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O desporto esteve praticamente sempre presente na minha vida. Em novo, passei ao lado (a
milhas) de uma carreira futebolística. Joguei algumas vezes andebol, mas não me adaptei.
Tentei o basquetebol, mas era demasiado pequeno. Como ciclista … bem… “ter de dar ao
pedal” não fazia o meu género, de forma que a corrida foi onde me senti melhor, ia atrás dos
outros…. Muitos anos depois dei um salto… não, não foi um salto em comprimento, apenas me
tornei membro de um ginásio. Estava nas minhas quintas, pois nunca me cansava de
frequentar o jacúzi que lá havia, e quando tinha apetite para mais alguma coisa… ia tomar
banho. O tempo foi passando e eu estava a ficar um atleta, a barriga crescia a bom ritmo.
Mas chegou um dia em que dei por mim a pensar que precisava de mudar de vida, pois a
profissão (de informático) tem movimentos muito limitados e os trapézios começaram a
ressentir-se. Nessa altura parava várias vezes por dia para tomar café, mas na verdade a
intenção era “relaxar” os músculos e não pelo café em si.

A corrida, como era onde me sentia melhor, foi o meu escape durante algum tempo. Depois
veio outro ginásio, já sem jacúzi, que frequentava na hora do almoço, pois era o tempo que
tinha disponível na altura. Os resultados começaram a aparecer, mas já não chegava. Precisava
de mais, sair da rotina, deixar a monotonia e superar-me.

No início de 2016 ouvi falar em calisténicos. Lá fui eu googlar para ver que raio era aquilo. Ui…
loucura, a par da palavra “calisténicos” aparecia quase sempre “crossfit”, fiquei fã. Procurei em
Guimarães por espaços onde existisse calisténicos/crossfit e deparei-me com uma “box”, que
segundo o anuncia era a “1ª Box CrossFit Afiliada em Guimarães”. Ia de mal a pior, que raio
vou fazer numa “caixa”, pensei eu. Mas fui ver. Há porta leio “5.7 CrossFit”. Estava no local
certo. Entrei e… bem… o resto são cantigas, porque já devem ter adivinhado. Não? Então cá
vai…

Fiz a aula experimental passados uns dias. Profissionalismo, atenção ao pormenor dos
movimentos, explicação da técnica, passos da aula explicados, gostei. Tenho de voltar, pensei.

Tornei-me membro nessa semana.

Desde então, as minhas manhãs deixaram de ser monótonas. De segunda a sexta, pelas 6.00
horas, o despertador que dorme ao meu lado chama por mim. Uma barba desfeita e pequeno
almoço reforçado depois, estou pronto para seguir viagem. Ás 7.15 agarro-me ao “pvc”, como
se fosse a melhor coisa do mundo. A equipa da manhã começa o aquecimento.

De equipa, passou a ser família.

Sempre com o acompanhamento do coach do dia, que tanto pode ser o Paulinho, como o
Marcos e quando menos se espera com a (Se)Vera, os exercícios são executados segundo o
plano do dia (WOD). Atento a tudo e a todos, o coach exemplifica os exercícios que são os mais
variados, e monotonia é coisa que não entra na box. Cada atleta faz o exercício segundo o seu
nível de progressão (cada exercício tem normalmente 3 níveis, para que cada atleta possa
executar todos os exercícios, independentemente do nível em que se encontra), e a todo o
momento é encorajado, quer pelo coach, quer pelos restantes atletas, pois o importante é
chegar ao fim com missão cumprida.

Jacuzzi? Nem lembra.

Muitos dirão, é muito cedo para levantar. Caro leitor, é só preciso ter vontade. E se não existir
vontade, a box está aberta até tarde. Não há desculpa. O primeiro passo é ir ver o espaço box
5.7 CrossFit.

Porquê esta box e não outra? Simples. Dificilmente encontrará a combinação de atletas /
coaches com o mesmo dinamismo e companheirismo. Nesta box existe entreajuda. Não
existem atletas de primeira e segunda. Cada atleta é tratado e ajudado dependendo do nível
dos exercícios em que se encontra. Por estas e outras razões, a box 5.7 CrossFit faz a diferença.
Quanto a mim, fiz um upgrade recente á minha idade e estou já na versão 4.7, que, diga-se de
passagem, é um record pessoal. Fisicamente noto uma evolução (muito acima de quando
frequentava o jacúzi) e progressão contínuas. Para que o efeito fosse o desejado, alterei
também a minha alimentação equilibrando o “prato”, porque só o exercício ás vezes não
chega e no meu caso não chegava.

Sinto-me bem fisicamente. Continuo com a mesma profissão, mas as dores permanentes
desapareceram. Quando não posso ir, sinto a falta da box, dos momentos sempre diferentes,
mas sempre motivantes para o dia que começa.

A todos os atletas que fazem da box 5.7 CrossFit aquilo que ela é, agradeço todos os
momentos que passamos juntos dentro e fora das atividades regulares. Muitos mais virão, mas
os que já cá estão, fazem a diferença.

Ao coach Paulinho, um enorme abraço por me aturar de terça a quinta, por me fazer vencer os
desafios que por vezes não consigo ultrapassar e por toda a amizade que criamos.
Para a (Se)Vera, que cumpre o prometido e é um poço de força e inspiração, um beijinho e os
meus mais sinceros agradecimentos pela força e motivação.

Ao coach Marcos, que torna as segundas e sextas tão diferentes. Pela paixão pelo ensino, pela
dedicação a cada atleta, um grande abraço e que tenha os maiores sucessos como principal
mentor desta box, que tornou a minha vida muito melhor.

A todos, bem hajam.

António Fernandes

Testemunho: Tobé

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Corria o mês 1 de 2016, quando a convite de um amigo ( João Almeida ) me falou da box 5.7. O João tinha ido fazer uma aula experimental e partilhou comigo a sua experiência, algo como … “não tem nada a ver com ginásios… o prof. está sempre ao teu lado a corrigir a tua postura quando fazes os exercícios, preocupa-se com o teu bem estar… TENS DE EXPERIMENTAR“.

E pronto, lá fui à aula experimental. Conheci o coach Paulo Almeida e o coach Bruno Matos. Começaram por explicar que a aula teria a duração de 1 hora, na qual iríamos fazer 3 rondas de 5 exercícios, para aquecer os músculos que iríamos treinar, nos minutos seguintes, e que o aquecimento teria a duração de 15 a 20 minutos aproximadamente.

Via ali profissionalismo, uns coaches preocupados com o aquecimento, exemplificavam todos os exercícios e posturas pretendidas para tirar partido de todos os movimentos. Já pensava em como espetacular seria o dito treino após o aquecimento.

Pois bem, 1a ronda altamente, fazia tudo sentido. Os coaches a corrigir os nossos movimentos, a alertar-nos para sentir o músculo que estava-mos a trabalhar (sinal de boa postura), etc… 2a ronda ,já suava. 3a ronda, perguntava-me se aquilo era o aquecimento como seria o dito treino?! Já estava cansado e já quase não tinha forças (pensava eu). Aliás, já tinha suado tanto como nos tempos do ginásio.

Foi nesse preciso momento que todo o profissionalismo dos coaches apareceu. Sempre a motivarem, não deixaram que o nosso pensamento em como estavámos esgotados imperasse… Posso dizer que desconhecia a energia que ainda temos quando pensamos que estamos esgotados.

Essa foi a diferença sentida, quando me apetecia pegar na toalha e bazar (desde a 3a ronda do aquecimento) apareceram os coaches e incentivaram mais 40 minutos de treino. Era isso que pretendia. Profissionalismo, acompanhamento por parte dos professores, aulas totalmente diferentes do que conhecia. Inscrevi-me na box 5.7 Crossfit Guimarães.

Hoje posso dizer, que a camaradagem patente naquela box foram obra dos coaches Paulo, Bruno, Vera e claro do professor Marcos.

Também posso dizer que, aqueles que sofrem comigo durante as aulas, são hoje meus amigos. Motivamo-nos, partilhamos histórias, rimo-nos, cansamo-nos, dizemos mal quando vamos correr, quando fazemos “bear crawl” e quando vemos aquele quadro negro com muitos exercícios.

A ti Paulo Almeida, eu e o sócio Rui Henriques, adoramos e odiamos em igual medida!

P.S. Sócio amanhã lá estamos.

Testemunho: Marta Ferreira

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Sabem aquelas pessoas que acordam cedo, fazem o treino matinal e vão trabalhar? Prazer, essa NUNCA fui eu! Nem treino matinal, nem treino vespertino… A verdade é que o exercício físico e eu nunca fomos muito cúmplices. Preguiçar era tão bom (e continua a ser)!

Em 2016 decidi que isso iria mudar, o peso tinha aumentado e, por isso, tinha que tomar alguma atitude…. Foi quando, em Julho, fui fazer uma aula experimental na Box 5.7 CrossFit, incentivada pela Ana, o meu combo maravilha 😉

Bem… nem é bom recordar o nervosismo do início da aula ou a sensação de incapacidade e fragilidade do final. Perante isto, só havia uma solução, inscrever-me e tornar-me mais capaz. E foi o que aconteceu. Na verdade, comecei a treinar mais assiduamente em setembro porque, em agosto, fui de férias. E fica já aqui o primeiro agradecimento aos que me mantiveram ativa durante as férias e fizeram com que eu não desistisse: Marcos, Paulinho, Tiago e Ana. Correr 8km diários durante as férias era o objetivo e foi cumprido… não com a melhor técnica (ainda hoje não a tenho), não com o melhor tempo, mas foi!

Podia falar-vos do quanto o CrossFit me capacitou a nível físico mas prefiro recordar-vos de como treinar nesta “caixota” vai muito além disso:

– Frank, Helder, foram o meu primeiro grupo num team wod, lembram-se? Nunca esquecerei a paciência, o bom astral e a força que me deram para ultrapassar as minhas IMENSAS dificuldades…

– Renatinha, vou sempre lembrar-me de como és boa “stôra” e me pões a “dar ao kicks”

– Carlinha, treinar mais que duas vezes por semana e fazer duas aulas por dia, era utópico! E agora … Cá estamos, não é ? 🙂 obrigada pela motivação, obrigada por fazeres com que eu salte para a caixa de 60 cm ou por contares as minhas reps quando me distraio

– Coach Vera, obrigada por acreditares em mim mesmo quando deixo cair barras com 40kg na cabeça

– Tobé, andar contigo às cavalitas foi hilariante… O medo com que saltavas

– Rui, parceiro das aulas das 17h, já sabes quem desfoca se nós não aparecemos, não já?

– Guga, o carinho com que me recebeste será sempre guardado, és muito especial!

– Tiago, não esqueço as “bolas de morte” em todos os FUN…. alvo fácil eu não é ?

– Não posso terminar sem deixar o meu agradecimento especial ao Marcos e ao Paulinho. Pelo profissionalismo e pelas pessoas que são. Special, you are. Talvez, um dia destes, serei uma grande atleta que adora correr.

Poderia escrever um sem número de situações que me enchem o coração, com todos os que diariamente partilham este mesmo espaço… Obrigada a todos!

Porque, de facto, têm que ser muito especiais… Jamais alguém que odeia correr, não gosta de salto pra caixa, não gosta de pull-up… manter-se-ia tão animada e motivada no mesmo local, quase, quase há um ano.

Somos, de facto, uma comunidade, e tão boa.

P.S. Agora já sou aquela pessoa que é capaz de acordar, fazer treino matinal e ir trabalhar. Melhor ainda, já faço posts no instagram com hashtag #martinhagoingfit #crossfitgirls ou #fitnessportugal…. É só progressos.

Testemunho: Renata Palhares

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A entrada na box foi, à partida, um percurso natural pois já treinava com o Prof. Marcos e o novo projeto dele e da sua irmã Nádia, merecia toda a minha atenção e respeito, pois já reconhecia de antemão o seu profissionalismo.

Porém, o CrossFit foi um choque!

De início a resistência a tudo o que envolvesse cargas, pesos e barras.

A primeira impressão não foi das melhores e o pensamento rapidamente surgiu: “até quando vou ficar aqui!”

Até que um dia levei aquele “puxão de orelhas” do Coach Paulinho que me levou a questionar se era mesmo aquilo que queria e que, caso fosse, teria que encarar os treinos com outro espírito.

Acho mesmo que foi a partir desse momento que comecei a apreciar os treinos. A querer aprender mais, perceber o porquê dos movimentos, a querer corrigir, enfim, o entusiasmo apareceu. Obrigada Paulinho!

Estamos rodeados de bons profissionais e seria lacónica não referir a Coach Vera com a sua atitude focada que tem sido uma inspiração e motivação para absorver os seus conhecimentos e como tal evitar faltar aos seus treinos.

Qualquer testemunho que possa dar sobre os treinos nunca o consigo fazer desagregando o fator humano. Sem dúvida que não é cliché falar em comunidade. Na realidade o grupo e as interações que se criam dentro daquele espaço vão para além da superação física.

Chegar ao final do dia e saber que aquela malta está lá para nos fazer crescer e motivar e que, na realidade, vamos passar um bom bocado mesmo que doa! E às vezes dói muito… mas sair de lá com um sorriso no rosto tem sido a minha premissa principal mesmo naqueles dias em que lá entro “de trombas”.

Sem dúvida alguma que a 5.7 CrossFit foi a aposta certeira! Quem pensa experimentar, não hesite e apareça. Com sorte há uns burpees para celebrar…

Testemunho: Pedro Silva

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Foi perto do final de 2015, vi que tinha aberto recentemente a primeira box filiada de CrossFit em Guimarães. Como já ouvia falar da modalidade há algum tempo, resolvi experimentar. Marquei a aula experimental para um sábado à tarde. Chego à box, sou logo muito bem recebido, bora lá equipar. Aquecimento feito (já suava…) mais algum trabalho de técnica ou mobilidade, já não me lembro bem, vamos ao WOD: 150 Wallballs e eu:”150 quê??!” Gosto de desafios e como tal, siga que em frente é que é caminho! 1,2,3,4… 70… 102… nunca mais acabavam… mas lá consegui ao fim de 11 minutos e uns segundos! Os dias seguintes sempre que via escadas para subir ou descer até ficava doente….

Mas aqui maluco no dia seguinte, já só pensava no próximo treino, e daí em diante foi sempre assim até aos dias de hoje! Desde esse dia muita coisa mudou na minha vida, neste momento vou quase todos os dias á box. Posso dizer que fiquei viciado, “saudavelmente” viciado! Penso que fisicamente estou num dos melhores momentos da minha vida.

Mas não foi só o treino que me “prendeu” (no bom sentido) na box, é o ambiente que lá se vive, as amizades que se fizeram, as gargalhadas que se dão, é tudo! Até os malditos burpees são fantásticos!

Os bons momentos não se ficaram só pela box, com esse bom ambiente todo não podiam faltar os convívios, os jantares e não foram só os corpos que ficaram mais fortes, mas também os laços que nos unem! Que no final de contas é o mais importante!

Mesmo naqueles dias menos bons quando me lembro: “logo ainda há crossfit”, ou calisthenics, fica logo tudo melhor! Como diz coach Paulinho, “o importante não é como começa, é como acaba”, e final do dia é sempre na box!

Com tudo isto, a 5.7Crossfit, tornou-se uma 2ª casa, com família e tudo incluído!

Por isso, tu que estás a ler isto, queres treinar com os melhores profissionais desta modalidade e ainda não conheces a nossa box, não sabes o que estás a perder… só tenho um arrependimento, que é o de não ter começado nisto mais cedo!

Obrigado Marcos, Paulinho, Vera, Bruno e Nádia, vemo-nos mais logo, lá no sitio do costume!

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